Como medimos
Entrega do banco de imagens e uso efetivo nos canais.
Foto boa não é enfeite. O Google pesa imagem no ranqueamento local, e é a primeira coisa que alguém olha antes de decidir se confia.
Perfil sem foto trava. Site com imagem de banco não convence ninguém, porque todo mundo já viu aquela mesma mesa de reunião em outros vinte sites. E foto de celular mal iluminada diz algo sobre o cuidado da empresa que você não quer dizer.
Entrega do banco de imagens e uso efetivo nos canais.
Prazo combinado antes da diária. Quatro horas de captação costumam gerar de seis a dez horas de tratamento.
Na meia diária, até quarenta imagens tratadas. Na diária, até oitenta. O número é sempre o de fotos boas, não o de cliques.
O uso digital próprio da empresa já vem incluído, sem prazo. Mídia paga e mídia exterior são cessões ampliadas, cobradas à parte — e eu digo isso antes, não depois.
É o caso mais comum. Dezesseis anos dirigindo gente que não é modelo ajudam mais que qualquer equipamento.
No diagnóstico grátis a gente olha o seu caso e eu digo qual serviço traz mais retorno primeiro — mesmo que seja um só, e mesmo que não seja este.
Falar no WhatsAppÉ o serviço mais barato da casa e o de resultado mais rápido. Para quem atende gente da região, costuma ser por onde começar.
Página feita para ser encontrada e para gerar contato — não para ganhar prêmio de design.
Hoje seu cliente pergunta ao Google. E à IA. Quem não está escrito e organizado na internet não entra em nenhuma das duas respostas.
Aparecer na imprensa não é vaidade: é a fonte que o Google e as IAs mais respeitam quando decidem em quem confiar.
Vídeo é a disciplina com a pior relação entre o que o cliente vê e o que custa: um dia de gravação são três a cinco dias de edição.
O que decide resultado em rede social é constância, não volume. Vinte posts num mês e silêncio nos dois seguintes rendem menos que um por semana durante o ano.
Quase toda empresa pequena tem uma tarefa que alguém refaz toda semana na mão. Ela costuma custar mais do que parece.